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terça-feira, 22 de maio de 2012

Chá no Museu José Malhoa






No sábado estive no Museu José Malhoa, que para além de ser um museu que eu gosto bastante, apresentava no âmbito do dia Internacional de Museus uma série de actividades, entre elas uma degustação de chás Eille. Comecei por fazer uma visita à exposição na qual mereceram a minha especial atenção dois quadros : Maria Adelina Salgado e Madame Galli Curci, ambas sentadas nos seus jardins a  desfrutar do seu chá.  Inspirada por elas foi a minha vez de tomar o meu saboroso chá ( Verde/Limão e Maracujá) bem quentinho no jardim interior do Museu.






Foi um óptimo final de tarde com a junção de duas coisas que gosto muito Arte e Chá.  


sábado, 1 de outubro de 2011

Outubro!



1892
Óleo s/tela
116 x 90 cm
Musee d'Orsay, Paris

1de Outubro, mais um mês que passou a correr, sem darmos por isso... mas para além de hoje começarmos um novo mês, hoje celebra-se o Dia Internacional da Música, por isso partilho uma pintura alusiva ao tema da música,  de um dos meus artistas favoritos, Renoir. Mulheres jovens a tocar piano é um tema recorrente na obra deste artista. Embora o tema da juventude e da  música tinha sido muitas vezes objecto de tratamento alegórico na arte francesa, Renoir trata-o como uma imagem emblemática da cultura burguesa francesa.
Tenham um dia musical e um óptimo mês de Outubro.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Les Nymphéas

















Hoje decidi fazer a primeira publicação dedicada à Arte, e para isso escolhi uma das minhas Obras de Arte favoritas, pintada por um dos meus artistas favoritas e que pertence ao período da História da Arte que mais admiro, "Les Nymphéas" de Claude Monet. Na realidade, nenhuma fotografia consegue fazer o verdadeiro juízo a este conjunto de pinturas, já tive o privlegio de o ver ao vivo e é magnifico. Instalado no Museu de L'Orangerie em Paris "Les Nymphéas" foi pintado entre 1840 e 1926 e é composto por oito composições em vinte e dois quadros, repartidos por duas salas ovais, escolhidas pelo artista, para colocar a que eu intitulo da sua "master piece". Muitos artistas da sua época regeram-se pelos ideais do academismo com todos os seus cânones e ao intelectualismo social do Realismo, mas Claude Monet, assim como os seus colegas Impressionistas, negaram a pintura "racionalizada" e abraçaram a pintura do sentimento imediato, a sensação do momento. O próprio Claude Monet afirmava "eu quero pintar o que vejo, o que sinto...", ele captou instantes fugazes e fugidios, frágeis e em constante mutação. Nos últimos trinta anos da sua vida, bastou abrir a porta e pintar o jardim da sua casa em Giverny, para pintar num gesto simples e verdadeiro, alimentado pela vibração cromática e pelas pinceladas miúdas e nervosas que fixava na tela.


Fotografia: Gabriela Martinho